Macaé Educação
Projeto Engenhoka oferece oficinas gratuitas de arte e robótica em escola de Macaé
Terceira edição da iniciativa chega à E.M. Paulo Freire, no Lagomar, e deve atender estudantes a partir de 10 anos durante cinco meses
17/08/2026 15h45
Por: Redação
Foto: Reprodução

Macaé recebe novamente o projeto Engenhoka, iniciativa que une arte, ciência, tecnologia e cultura maker dentro da rede pública de ensino. Nesta terceira edição, o programa será realizado pela segunda vez na cidade, com atividades gratuitas na Escola Municipal Paulo Freire, no bairro Lagomar.

A abertura do projeto está marcada para o dia 25 de agosto, enquanto as oficinas começam em 1º de setembro. Durante cerca de cinco meses, estudantes a partir de 10 anos participarão de atividades práticas voltadas para arte e robótica.

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As oficinas incluem criação de personagens e robôs, arte cinética, escultura e modelagem, videoarte, experimentos com componentes eletrônicos e instalações artísticas.

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Além do contato com tecnologia, as atividades buscam estimular a criatividade, o raciocínio lógico, o pensamento crítico, a capacidade de resolver problemas e o trabalho em equipe.

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Ao final do projeto, a escola receberá um estúdio maker equipado, com mobiliário e materiais que poderão continuar sendo utilizados pelos alunos após o encerramento das oficinas.

A iniciativa também prevê a produção de 4 mil exemplares de um livro sobre cultura, educação, ciência e tecnologia. O material terá recursos de acessibilidade, com 10% da tiragem em braile, além de versões com Libras e audiodescrição.

Segundo a diretora da E.M. Paulo Freire, Simone Viana de Carvalho, o projeto amplia as possibilidades oferecidas aos estudantes e contribui para fortalecer a participação deles no ambiente escolar.

O Engenhoka já passou por 14 cidades brasileiras e impactou mais de 1,4 mil estudantes. Nesta terceira edição, além de Macaé, as atividades serão realizadas em Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, São Paulo e São Bernardo do Campo. Ao todo, estão previstos sete estúdios maker em escolas públicas, com atendimento estimado de 420 estudantes.

O projeto é realizado pelo Instituto Burburinho Cultural e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com apoio de patrocinadores e parceiros.